Bem Amigos do blog do Fog!!! (Galvão Bueno é péssimo, hahahahaha)
O post de hoje é sobre um debate que foi levantado na sala de aula ontem pelo professor de Políticas Educacionais e Organização da Educação no Brasil, Reginaldo!
Bom tenho que confessar que eu podia jurar que esta matéria seria muito chata, porque além de ser pedagogia e serem três aulas seguidas, é pedagogia! Não que pedagogia seja algo muito chato, tem gente que gosta, mas definitivamente, não é para mim!
E não é para meu espanto, mais uma vez eu errei, é impressionante como toda matéria que me parece legal é chata e vasco-versa!
Mas chega de papo e vamos distribuir logo as culpas nesse negócio aqui!
O frenesi tecnológico é algo que todos nós já vimos, já ouvimos, fazemos parte e nem sequer nos damos conta! O exemplo usado pelo professor Reginaldo, foi que um palestrante disse estar no aeroporto internacional do Rio de Janeiro, vindo para o IsprítuSantú (vulgo ES), e o vôo atrasou nada mais nada menos do que uma hora e quarenta minutos. Os quarenta minutos foram provenientes de um pneu (flap, sei lá o nome) que estourou (pocou no capixabês) e aí tiveram que trocar. A uma hora se deve ao fato de depois dos passageiros embarcarem, ter começado a chover. Mas o interessante é que no check-in não se vê ninguém conversando, apenas se vê pessoas no seus notebooks e/ou celulares fazendo o que bem entenderem (se tiver com uma mão só pode ter certeza do que a pessoa está fazendo...)!!!
Quando o referido palestrante entrou no avião, aquela vozinha escrota disse para que os passageiros desligassem todos os aparelhos eletrônicos¹. Alguns minutos depois disso, quando foi avisado que não decolariam devido à chuva, a mesma vozinha completou dizendo que os passageiros poderiam voltar a usar seus aparelhos eletrônicos, e foi quando o frenesi se instalou, todos começaram a reutilizar seus notebooks e celulares como se isto fosse extremamente necessário! Ninguém dormiu, ninguém pediu comida, afinal seria de graça neste caso, ninguém cantou a aeromoça, ninguém quis saber quanto tempo iam levar para decolar, ninguém!!!
Agora passemos às análises deste caso:
1 - fiz esta marcação pois há anos atrás o que se pedia para desligar era o mata-iguana ou o famoso tijolão, na época ainda conhecido como celular. E é claro, não nos esqueçamos dele nunca, o pager!!! Hoje em dia até seu bichinho de estimação pode ser desligado.
2 - o tempo que as pessoas ficaram neste frenesi poderia ter esperado, com certeza! Com mais certeza ainda havia algum solteiro-safado no avião, que se não tivesse um aparelho eletrônico teria cantado a aeromoça e quem sabe, conseguido seu telefone?!
3 - o frenesi com tecnologia é tão grande que não há ninguém neste mundo que não compre coisas absolutamente inúteis, só porque são avanços tecnológicos que prometem facilitar a sua vida, como o rotomatic da polishop, que vem com 359846987201564041291651 milhões de brocas diferentes, para diferentes tipos de trabalhos, mas para que uma dona de casa precisa disto? Seria perfeito para um carpinteiro!
Outro exemplo usado pelo Reginaldo, foi de que o palestrante, que gosta muito de ler e tomar café, ao passo que um amigo dele presenteou-lhe com um pires que aquece. Muito bom para ele, pois café é bom quente! Só tinha um problema, o pires não funcionava por convecção, ou seja, o café quente não subia e o frio não descia, o que deixava apenas o café do fundo da xícara quente. Final das contas: Pires Inútil!
Final da Contas do post: somos tão consumistas que chamamos de consumistas quem compra muito mais que nós! E ninguém muda cultura. A cultura humana é ser consumista!
Pode até ser uma visão um tanto pessimista, mas é a verdade, somos todos consumistas e nem nos damos conta disso e ainda somos capazes de criticar quem compra mais, e quem compra menos também!
Abraço amigos!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário